Você está por dentro do Masternode?

A descentralização é, sem dúvida, um dos principais fundamentos conceituais e revolucionários da tecnologia blockchain, que surgiu como suporte ao Bitcoin, mas tem demonstrado seu potencial de uso em diferentes aplicações, como é o caso dos smart contracts. E ela tem a ver, basicamente, com o fato de o blockchain funcionar a partir de uma base distribuída de usuários, que atuam registrando e validando ações e operações.

Dessa ideia central, surgem modalidades de um dos importantes fundamentos do universo dos criptoativos, os mecanismos de consenso. Eles são, basicamente, processos que permitem a validação das transações e a inclusão de novos blocos válidos na blockchain. E falamos assim, no plural mesmo, porque, no surgimento do Bitcoin, havia apenas uma modalidade.  Mas, hoje, esse cenário se diversificou e trouxe novas perspectivas, como os masternodes.

Lendo esse blogpost, você vai entender melhor o que significa o masternode, bem como seu potencial de investimento. Para o CBO da Cointrade, Rocelo Lopes, é um mercado que pode gerar rentabilidade anual superior a 100%.

Para entender melhor os sistemas de consenso

Para introduzir o assunto, vale a pena falar um pouco mais sobre  os sistemas de consenso. No caso do Bitcoin, a primeira moeda digital da história, e de outras moedas que ainda podem ser mineradas, vigora o chamado proof of work (prova de trabalho). O PoW é um protocolo de validade de transação recebido pelo minerador que chega à solução de um enigma criptográfico, sendo recompensado com criptomoedas.

Nesse caso, o algoritmo funciona tendo todos os servidores, ou nós, envolvidos no processo, como forma de garantir consenso na checagem das operações, bem como a segurança do blockchain da moeda. É um processo que exige softwares de altíssima capacidade operacional e consome muita energia elétrica. Sem contar que os problemas matemáticos propostos ficam cada vez mais difíceis.

São  entraves que acabaram sendo a deixa para propostas de novas técnicas, como a proof of stake (prova de participação), na qual um nó é escolhido, aleatoriamente, dentre os chamados validadores, para autenticar o próximo bloco de operação, também recebendo recompensa. A condição para ser um nó validador é deter uma determinada quantidade de moedas e, quanto maior a fatia, mais chance de ser escolhido para as próximas operações. O PoS é adotado por criptomoedas cujo volume está completamente disponível no mercado, não podendo ser mineradas, mas precisando certificar transações via blockchain.

Essa noção é o que dá base para o formato bem similar aplicado nos masternodes. Traçando um paralelo, podemos pensar nas redes de masternode como blockchain próprias das criptomoedas, a partir do norte de consenso por participação.

Masternode agrega funcionalidades e é bom investimento

Um grande diferencial do masternode tem a ver com o fato de eles serem o que se chama de full node, na linguagem técnica. Trata-se de servidores que mantém a cópia completa da rede blockchain, em tempo real, agregando, ainda a execução de diferentes tipos de serviços. Dentre as funções especiais executadas por esses servidores completos, estão itens como a instantaneidade e o aumento da privacidade das transações, a participação em sistemas de governança e votação, além da habilitação de sistemas de orçamento e tesouraria em cripto.  

Para quem está de olho no masternode como modalidade de investimento, vale a pena se informar e investir nesse mercado. Estima-se que haja por volta de 360 moedas agregadas a esse sistema de consenso, com uma capitalização que ultrapassa os 3 bilhões de dólares e uma perspectiva de ROI que gira em torno de 24%. Um servidor e um endereço de IP dedicado são elementos de infraestrutura mínima para a configuração de um masternode.

A lista de  todos os masternodes disponíveis pode ser encontrada no masternodes.online. Vale a pena acessar e conferir todos os detalhes!

O Brasil terá o primeiro Index Fund lastreado em criptomoedas da América Latina. É mais uma iniciativa capitaneada pelo CBO da Cointrade, Rocelo Lopes, um dos maiores experts do segmento, estando à frente de um ecossistema de empresas com soluções completas para o investimento nesse tipo de ativo financeiro.

A expectativa, de acordo com a matéria do Criptomoedas Fácil, na qual o empreendedor antecipa o lançamento do fundo, é de que a adesão já seja possível logo após a LabitConf, que quando ocorre o anúncio oficial. O evento acontece em Santiago, no Chile, entre 05 e 08 de dezembro.

A ideia é disponibilizar ao mercado uma espécie de cesta de investimentos crypto, já que o Index Fund se caracteriza, justamente, pelo lastro em portfólio de ativos geridos pelo operador. A vantagem é o investidor ter acesso a uma gama de produtos, sem precisar se envolver na gestão e armazenamento dos ativos e reduzindo despesas operacionais.

Token e plataforma exclusiva

Junto com o fundo e como forma de viabilizar sua operação, Rocelo Lopes também lança um token, o BLU, que contará com uma plataforma exclusiva, a StratumBlue, que vai viabilizar a compra do token. Outras plataformas do grupo de empresas, como a própria Cointrade também vão permitir a aquisição do BLU, com Bitcoin, Ethereum ou cartão de crédito.

Rocelo Lopes, que estará representando a Cointrade na LabitConf, explica, ainda na reportagem do Criptomoedas Fácil, que o BLU terá seu valor lastreado 90% nas 10 principais criptomoedas do mercado. Os outros 10% ficam assim distribuídos, 5% são vinculados a investimentos em tecnologia blockchain e outros 5% em criptomoedas que ofereçam “oportunidades” de negociação interessantes no curto prazo. Como o token é um ativo com usabilidade,  também poderá ser vendido ou recarregado. Pioneiro na América Latina, o fundo replica o sucesso de iniciativas similares pelo mundo.

 

A Cointrade está entre as primeiras exchanges brasileiras a disponibilizar a moeda digital ZCore para a realização de transações pelos usuários. A criptomoeda ganhou destaque de mercado, principalmente, depois da recente valorização de 512% em curto espaço de tempo. Num único dia, a ZCore chegou a registrar 100% de alta.

Um contexto que levou a cripto a figurar no ranking das maiores moedas digitais do mercado e impulsionou o volume de transações a uma média de R$100 mil diários. Além de alguns aspectos únicos, que fazem a Z-Core um produto diferenciado no segmento crypto, a moeda é parte de um projeto que tem como principal fundamento a viabilização de soluções financeiras em ativos digitais que facilitem a vida e se integrem à rotina das pessoas de forma mais ampla.

O que a ZCore tem de diferente?

Desde o lançamento, a ZCore, que é uma moeda brasileira, chama a atenção do mercado, tendo em vista algumas características singulares. Primeiro porque, ao contrário da maioria das outras criptomoedas, não passou pelo processo chamado de ICO, ou oferta inicial de mercado.

Também não houve pré-mineração, o que significa que as moedas mineradas estão todas em circulação, ficando estabelecido um limite máximo de 18 milhões de unidades. Esses fatores, junto com a alta valorização recente, são alguns dos principais motivos para a escassez percebida por quem tenta adquirir ZCores.

Masternode é outro destaque

Outra singularidade vem com o fato de a moeda possuir um sistema de Masternode compartilhado que, na prática, é um blockchain próprio. Os serviços de segurança do ativo, bem como de validação de operações, são recompensados aos operadores certificados com as moedas geradas pelos blocos decorrentes das transações, ou mesmo das taxas de rede. Para operar como agente Masternode da ZCore é preciso que o usuário possua um saldo de 5.000 unidades da cripto.

Além disso, a aposta da ZCore em inovação e popularização do uso de ativos digitais vem  com a possibilidade de realizar transações mobile. Basta que o usuário configure uma wallet no aplicativo de comunicação próprio da moeda, que englobará as exchanges que tenham o ZCore em seu portfólio, como a Cointrade. Aproveite e opere já com ZCore na nossa plataforma. 

Quando pensa em independência financeira, muita gente apenas visualiza um cenário em que bom salário e emprego estável tragam a possibilidade de pagar contas e gerenciar dinheiro sem depender de ninguém, além de viabilizar o momento de parar de trabalhar. Mas quem entende realmente do assunto alerta que o real significado de independência financeira vai bem além disso. O grande ponto é a capacidade em gerar um fluxo de renda mensal suficiente para manter o seu padrão de vida por tempo indeterminado.

No primeiro momento, esse pode parecer um sonho distante, mas, nesse post, você vai entender que há caminhos que podem levar qualquer pessoa a atingir um patamar  financeiro que permita realizar sonhos e ter qualidade de vida. Siga lendo esse texto e veja alguns caminhos valiosos para chegar a independência financeira, inclusive apostando em propostas inovadoras como as moedas digitais.

Investir é uma das apostas certeiras

O primeiro passo para melhorar sua vida financeira vem do processo de educação que cria uma relação saudável com o dinheiro. É fundamental ter a visão de cortar gastos desnecessários e investir num efetivo planejamento que preveja cenários e permita trabalhar com margem de reserva para estabelecer um lastro financeiro. Para além disso, a grande chave é investir. E isso deve ser feito com regularidade e a partir de uma visão diversificada, que aposte em diferentes frentes.

O mercado oferece uma carteira de possibilidades adequadas a diferentes necessidades e perfis de investidores. As opções vão desde a tradicional poupança, passando por variantes como os fundos de investimento e os títulos do Tesouro Nacional e alcançando modalidades consideradas mais agressivas, como o mercado de ações e as disruptivas moedas digitais. A opção certa tem a ver, fundamentalmente, com o investidor ter interesse apenas em valorizar o capital ou gerar renda com o valor investido.

Moedas digitais são excelentes para operar no mercado financeiro

A ideia de o investimento trabalhar fazendo mais dinheiro é o que está na base do trading, um processo em que a operação de ativos do mercado financeiro visa potencializar ganhos em curtos períodos de tempo. O principal objetivo dos chamados traders é conseguir um retorno mais significativo, investindo em ativos diversos e que proporcionam alta liquidez.

Para quem tem esse perfil, as moedas digitais vem se consolidando como uma excelente opção. Isso tendo em vista que uma de suas características mais fundamentais é, justamente, a volatilidade; ou seja, elas têm altas taxas de variação de valor, em curtos espaços de tempo. É um produto financeiro com uma tendência de solidificação e crescimento corroborada por renomados investidores, como Tim Draper, da Draper Associates. Ele aposta que, em 15 anos, as moedas digitais atinjam o valor de U$ 80 trilhões. Já em 2019, a expectativa é de que o volume de negociações usando criptomoedas aumente 50%.

Portanto, estamos no momento exato a ser aproveitado pelos traders interessados em, literalmente, surfar a boa onda de transformação digital do mercado financeiro, baseada em ativos como os bitcoins e altcoins. Como plataformas que conectam e aproximam compradores e vendedores de moedas digitais, intermediando as negociações, as  exchanges são um dos caminhos mais práticos e eficientes para as operações de trading.

Acesse ao site da Cointrade e conheça um conjunto completo de funcionalidades para traders que buscam um canal seguro, rápido, eficiente e desburocratizado para transacionar moedas digitais. É a plataforma ideal para operar com crypto-trading.

 

A Cointrade chega ao mercado como uma nova opção de investimento que atende desde os mais experientes até quem está começando no negócio.