O bitcoin está de aniversário! Vem com a gente entender por que, apesar de suas flutuações de mercado e câmbio, o bitcoin e as altcoins estão chegando para ficar. O momento, aliás, não poderia ser melhor para falar de bitcoin especificamente, já que a primeira criptomoeda lançada ao mercado acaba de completar 10 anos.

No decorrer de 2017, a moeda passou de uma taxa cambial de US$ 1 mil para quase US$ 20 mil em meados de dezembro. Apesar de um 2018 de cenário turbulento, com uma queda acumulada de 54%, especialistas como Kay Van-Petersen, do Saxo Bank, apostam que o bitcoin chegue a valer US$ 100 mil nessa reta final do ano. Em 2016, quando a moeda operava abaixo dos US$900, ele acertou na projeção de que, em 2017, seria atingido o valor de US$2.000.

O bitcoin no centro do novo cenário financeiro

Tim Draper, da Draper Associados, reforça a visão otimista, projetando que, em 15 anos, as moedas digitais atinjam o valor de U$ 80 trilhões. Na análise de especialistas como eles, o fato de o bitcoin manter um preço relativamente estável nos últimos meses é um sinal de maturidade. A força da primeira criptomoeda do mercado se soma a um conjunto de cerca de 2 mil moedas digitais em circulação, que representem uma circulação de mercado próxima dos US$ 300 bilhões. Espera-se que, em 2019, o volume de negócios com a utilização de criptomoedas aumente 50%.

Além de um ativo financeiro cujas características mais fundamentais são a alta liquidez e volatilidade o bitcoin e as altcoins cumprem um importante papel de renovação do mercado financeiro. O grande diferencial vem do fato de as transações com criptomoeda não estarem vinculadas a bancos ou instituições financeiras. A validação das operações ocorre a partir de uma rede descentralizada e pública, com posterior registro no blockchain, que funciona como um livro contábil aberto e público.

Alternativa econômica que se consolida

Isso faz bitcoin e altcoins moedas universais e alternativas, que fazem frente à estrutura tradicionalmente associada ao dinheiro. É uma resposta à demandas como a dos países cujas moedas têm uma maior instabilidade, associada a fatores como altos índices de inflação, por exemplo. É a condição, de acordo com o Fundo Monetário Nacional, de 98 países do mundo, que registram índices inflacionários de cerca de 10% anuais, abrigando 50% da população global.

Essa realidade tem ampliado significativamente a rede de produtos e serviços que já podem ser pagos usando moedas digitais, como o bitcoin. Afinal, os qualificadores de segurança para a execução de transações financeiras remotas fazem com que as criptomoedas funcionem super bem como sistema de pagamento. E esse é apenas um dos pontos favoráveis ao bom futuro das criptomoedas que vem demonstrando a capacidade de superar os principais fatores limitadores apontados pelo mercado, como capacidade de processamento das operações, confiabilidade e aprovação governamental.

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